Pós-Docs

Minibio
Meu nome é Anne Juren. Sou coreógrafa, artista-pesquisadora e praticante do Método Feldenkrais. Concluí meu doutorado intitulado Studies on Fantasmical Anatomies na Universidade de Artes de Estocolmo, sob a orientação de André Lepecki e Sandra Noeth. Recentemente, me mudei para o Rio de Janeiro para iniciar minha pesquisa de pós-doutorado aqui, com duração de dois anos – de janeiro 2025 até dezembro 2026. Minha pesquisa de pós-doutorado se chama Choreotherapy, uma junção dos termos chore (etimologia do grego khoréia, que significa “dançar com, dançar junto”) e therapy (do grego therapeia, que significa “curar, tratar, cuidar, zelar, curar com atenção”). Trata-se de um projeto de pesquisa artística transdisciplinar desenvolvido a partir do meu trabalho coreográfico e somaterapêutico, atuando como terapeuta somática tanto no campo da saúde quanto no campo artístico. Tenho interesse nas inter- relações entre arte, saúde, cuidado e justiça em saúde.
 
Titulo da pesquisa
Resumo
Ingresso
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Currículo
 
Miniobio
Artista e gestora, articula contextos periféricos e rurais, junto a movimentos sociais, coletivos culturais, artistas, pesquisadores da América Latina e trabalha com Artes, Culturas e Comunidades. É diretora da Silo – Arte e Latitude Rural que promove o diálogo entre o campo e a cidade por meio da arte, ciência e tecnologia e do cruzamento entre saberes populares e científicos. Atuou como bailarina, estudou Direção Teatral na UFRJ, é mestra em Artes Visuais pela EBA/UFRJ e doutora em Arte e Cultura Contemporânea pela UERJ. Atualmente é pós-doutoranda em Artes da Cena/UFRJ com a supervisão de Eleonora Fabião
 
Titulo da Pesquisa
 A Força do Lugar e os Lugares de Força: a arte na transformação e manutenção de territórios
 
Resumo
Considerando a experimentação e a imaginação política como parte importante da minha trajetória artística, esse projeto de pesquisa de pós-doutorado elaborado para o Programa de Pós-graduação em Artes da Cena da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGAC-UFRJ), propõe realizar uma investigação de linguagem na arte da performance a partir do conceito de fabulação especulativa e do que estou chamando provisoriamente de “lugares de força” baseada nos estudos sobre globalização do geógrafo Milton Santos. Para tanto, pretendo investigar e mapear espaços que operam na transformação e manutenção de territórios a partir de uma lógica de trabalho que contraria a herança colonial escravocrata e as dinâmicas neoliberais de mercantilização da vida, resistindo ao trabalho da morte e fazendo valer o trabalho da vida. Esse é o caso de algumas comunidades camponesas, indígenas e quilombolas que, vivendo às margens do capital, com sua cosmovisão, sua forma de pensar e agir, conseguem criar fissuras e subverter a lógica capitalista e neoliberal de produção.
 
Ingresso:
Abril de 2025 à abril de 2027
 
Email
cinthia.mendonca@silo.org.br
 
Currículo Lattes
Minibio
Arte-educador, diretor teatral, ator, dramaturgo e ensaísta. Bacharel em Artes Cênicas -Direção Teatral (UFRJ), Mestre e Doutor em Literatura Comparada (UERJ).
Titulo da pesquisa
Atravessamentos do trágico na cena política contemporânea
 
Resumo
O projeto investiga as demandas emergentes de reflexão na cena artística contemporânea, tomando o teatro político como campo privilegiado de intersecção entre estética e política para examinar a reconfiguração da racionalidade ocidental e as diversas formas de resistência, tanto locais quanto transnacionais. Adota-se uma perspectiva interdisciplinar (articulando estudos de performance e críticas pós-coloniais com leituras foucaultianas sobre relações de força e genealogia do poder e com a leitura deleuziana da “morte do homem”, da imanência e da multiplicidade) com o objetivo de identificar como práticas teatrais produzem novas subjetividades e respostas coletivas em contextos de crise. Parte-se da hipótese de que o teatro político contemporâneo constitui o “político” como categoria trágica, favorecendo práticas híbridas e formas performativas de resistência translocal que se intensificaram a partir da pandemia e da crise das hegemonias europeias.
 
Ingresso
Dezembro de 2024 à dezembro de 2025
 
Email
valentim.fe@gmail.com
 
Currículo Lattes
Minibio
Marcilene Lopes de Moura ( Marcela Moura ) é artista, professora e pesquisadora.
Desenvolve pesquisas sobre teatro e ecossistemas no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em um pós-doutorado com apoio da FAPERJ – Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro.
É doutora em teatro pela Sorbonne Nouvelle – Paris 3 em cotutela com a UNIRIO – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) com a tese intitulada “O processo de criação de Enrique Diaz ou a construção de sistemas difusos”, na qual propõe uma visão sistêmica para o teatro.
Possui ampla experiência prática no Brasil como diretora, atriz e pedagoga. Possui experiência em ministrar ateliês e cursos no Brasil e na França.
Lecionou na Universidade Cesgranrio e foi professora visitante na Universidade Católica do Oeste (UCO), em Angers (França) em 2023.
 
Titulo da Pesquisa
Teatro e Ecologia – ecossistemas na criação da cena teatral
 
Resumo
Os ecossistemas estão mudando drasticamente. De que forma as artes da cena podem lidar com este contexto? Este projeto de pesquisa, de caráter teórico-prático, visa o estudo dos comportamentos complexos observados em sistemas vivos para o contexto da criação teatral, buscando fomentar estéticas transdisciplinares que dialoguem com questões
sócio-ambientais e políticas, diante da emergência da crise ambiental e da necessidade de aprofundar investigação sobre as relações entre arte e ecologia.
 
Ingresso
 
Agencia Financiadora
FAPERJ – Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro.
 
Email
marcelamouramm@gmail.com
 
Currículo Lattes
Minibio
Professora adjunta do Curso de Dança do Departamento de Artes, da Universidade Federal de Pernambuco/UFPE e Professora colaboradora do Programa de Pós-graduação em Antropologia – PPGA/UFPE. Atua nas áreas de Antropologia do Corpo, da Dança e da Performance. Mestre e doutora em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do PPGSA/UFRJ. Especialista em Etnomusicologia pelo Departamento de Música da Universidade Federal de Pernambuco/UFPE. É membro efetiva da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), da Associação Nacional de Pesquisadores em Dança (ANDA) e da Rede Latino-americana de Investigadores do Corpo e das Corporalidades nas Culturas (REDCuerpos). Dançarina, coreógrafa e performer, criou e dirigiu trabalhos, como Abraço de Urso (2025), Descoreografia (2020), Mirada (2016), Dança de Fronteira (2014), De Barro e Palha (2011), Do traço ao gesto (2006), Levante (2005) e Piapaí (2003). É autora dos livros Viva Pareia! corpo, dança e brincadeira no cavalo-marinho de Pernambuco (EDUFPE, 2013) e Avança Caboclo! A dança contra o Estado dos caboclinhos de Pernambuco (EDUFPE, 2022). Coordena o grupo Pisada: pesquisas interdisciplinares em dança e antropologia, por meio do qual dedica-se ao estudo das danças populares e tradicionais brasileiras, assim como às dinâmicas de resistência e enfrentamento desenvolvidas por essas danças, interessando-se também pelos modos de experimentação somáticos e registros de imagem do corpo em movimento.
 
Titulo da pesquisa
Resumo
Ingresso
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